Gênero e Sexualidade
Castração de criminosos sexuais? PDF Imprimir E-mail
Por New York Times   
31 de julho de 2009

 THE NEW YORK TIMES

 
Dan Bilefsky
Em Praga (República Tcheca)
Um estudo dinamarquês com 900 criminosos sexuais castrados na década de 1960 sugeriu que o índice de reincidência criminosa caiu de 80% para 2,3% após a castração cirúrgica. 
 
Mas os grupos de direitos humanos contra-argumentam que tais estudos não são conclusivos, já que eles se baseiam nos relatos feitos pelos próprios criminosos sexuais. Outros especialistas psiquiátricos argumentam que a patologia sexual está no cérebro, e que não pode ser curada pela cirurgia.
 
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Descriminalização da homossexualidade na Índia PDF Imprimir E-mail
Por Le Monde - Frédéric Bobin   
31 de julho de 2009
LE MONDE
 
Frédéric Bobin
 
Em Nova Déli (Índia)
 
A Índia está vivendo uma intensa polêmica como há muito tempo não via. Liberais contra conservadores: a linha de frente é bem nítida. Os primeiros exultam, e os segundos se indignam no dia seguinte ao julgamento da Suprema Corte de Nova Déli, na quinta-feira (2), descriminalizando a homossexualidade - que até então era delito passível de uma pena de prisão que poderia chegar a perpétua - em virtude de uma disposição do Código Penal de... 1860, época em que a Inglaterra vitoriana reinava sobre a Índia. Tal estigma, os juízes avaliaram, "viola os princípios de igualdade e de não-discriminação" contidos na Constituição de 1950.
 
 
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- BRASIL: Transexual mudou nome e género sem CRS PDF Imprimir E-mail
Por Administrator   
12 de junho de 2009
Sexta-feira, 12 Junho 2009 09.
 
 
 
Um transexual de 29 anos, residente em Bauru, conquistou na Justiça o direito de mudar de nome e sexo em todos os documentos oficiais e pessoais sem se ter submetido à cirurgia de redesignação sexual (CRS).
 
De acordo com a sentença, o transexual, que nasceu do sexo feminino, passará a ser oficialmente chamado pelo seu nome masculino, o qual é conhecido desde a adolescência. A decisão, considerada inovadora, foi divulgada ontem pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, que requereu a acção de rectificação do registo civil.
 
 
 
Agora oficialmente com nome masculino, o transexual, que se sentia constrangido com o facto de ter nome e sexo femininos nos seus documentos, procurou a Defensoria Pública de Bauru, órgão que presta assistência jurídica gratuita a pessoas que não têm condições de pagar a advogados. A advogada pública Márcia Rossi Coraini, que requereu a acção, frisa que a inovação da sentença é ter garantido o direito de mudança de nome e género nos documentos sem que a pessoa tenha passado por uma cirurgia para mudança de sexo.