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Publicações SBRASH
Sexus - Volume 3 - No. 2 - 1991 PDF Imprimir E-mail

Destaque desta edição

Tesões Recíprocas entre Médicos e Clientes
Texto recolhido durante o I Encontro Marginal de Ginecologia e Obstetrícia - Rio -1987 Capiti - Matzenbacher; Factotum - Canella; Agito; Nahoum

COMENTÁRIOS
- Conceituação Vitiello
Situação bastante comum (mais frequente do que gostamos de admitir), o tesão na relação médico-paciente tem variadas causas.
Por parte da paciente, aquele sujeito jeitoso (às vezes até atraente e frequentemente vestido de branco) que tem permissão social para invadir seu corpo e sua mente, com manobras e perguntas que seriam absolutamente ofensivas em outras situações quaisquer, é uma pessoa totalmente confiável, a quem a paciente se entrega. Ele é uma criatura superior, que a compreende e a ajuda na mais difíceis situações. Ele é dono, sem dúvida, de profundo conhecimento da alma humana e tem um "status" cultural e social que aquele marido (ou similar) chato, que ronca de noite, que tem mau hálito de manhã e que implica com tudo, não tem.

 
Sexus - Volume 3 - No. 1 - 1991 PDF Imprimir E-mail

Destaque desta edição

A Masturbação nas Teses da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro no Século XIX

COMENTÁRIOS
Miguel AntÔnio Heredia de Sá, em tese de 1845, escreve: "Entrou nesse ano para o hospital da Santa Casa da Misericórdia um menino epilético e já idiota pelos efeitos do onanismo: sua face estampava o vicio e o padecer: teria ao muito doze anos: seu corpo era franzino e atrofiado, mas os órgãos genitais eram prodigiosos e tão completamente desenvolvidos como se fossem de um homem".

 
Sexus - Volume 2 - Nos. 5 e 6 - 1990 PDF Imprimir E-mail

Destaque desta edição

Variação Cultural na Sexualidade Humana
-Trabalho Apresentado no 11 Congresso Brasileiro de Sexualidade Humana - Florianópolis, S.C., 1990

COMENTÁRIOS
Desde os primeiros momentos em que o ser humano chegou a conhecer pessoas de outras culturas, havia um grande interesse nos seus diferentes hábitos sexuais. Já no século V, Heródoto, o historiador grego, comparava os costumes sexuais gregos com os costumes persos. No século XIV Marco Polo descrevia a defloração de virgens no Tibet, e no século XVI o árabe, Nafzaawü escreveu o Jardim Perfumado sobre costumes sexuais nas terras árabes e indianas (Gregersen 1983). Com a descoberta das Américas pelos Europeus, o interesse na variação cultural aumentou, e exploradores, missionários, comerciantes e outros destacavam os hábitos sexuais dos indígenas dos Novos Mundos. Alguns dos relatos dos precursores da antropologia são extremamente detalhados e refletidos.

 
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