O sexo e a morte asseguram a evolução das espécies

Título: O sexo e a morte asseguram a evolução das espécies
Autor(es): P. E. Santo
Ano: 1999
Periódico: Revista Brasileira de Sexualidade Humana
Volume: 10
Número: 2
Páginas: 186-190
Tipo de Artigo: Trabalhos de Atualização e Opinativos
ISSN: 0103-6122
Língua: Portuguese

Resumo: Ser um organismo vivo pressupõe, em via de regra, nascimento, reprodução e morte. Mas, desde que Darwin postulou a teoria da evolução, no século passado, tomou-se a consciência de que esses três atos da vida só acontecem em seres que possuem um verdadeiro núcleo: os eucariotas. Até que estes seres complexos surgissem, o planeta era povoado por formas vivas elementares, as bactérias ou procariotas. O ciclo de vida desses seres é simples. Sua reprodução é feita pela divisão celular. Ao atingir um certo tamanho, a célula se divide em duas, que crescem separadamente e, mais tarde, também se dividem e assim continuamente. O procariota não necessita do outro para se multiplicar. Faz uma reprodução solitária, assexuada. Isto faz tom que, de certa forma, ele goze da imortalidade, uma parte de seu organismo estará sempre presente no mundo. Porém, o impede de ser um indivíduo, ele não se distingue em relação aos outros organismos da espécie à qual pertence, são idênticos uns aos outros. Para o procariota, não existe a morte natural, apenas a morte por algum efeito externo, como alguma interferência hostil do meio ambiente. (resumo indisponível, trecho do artigo).

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